
As vezes temos que dar a mão à palmatoria. A minissérie da Rede Globo Dalva e Herivelton, realmente foi muito bem elaborada, não foi como a chatisse anterior da tal da Cinquentinha, que era uma história oca, sem pé nem cabeça, onde José Wilker era o que comia todo mundo, ele era o 'Marcos' de Manoel Carlos em Viver a Vida trama do horário nobre 'Global'.
Tinha ouvido algumas músicas de Dalva de Oliveira, pois meus pais sempre gostaram de Música de Qualidade e claro não podia faltar Ela.
Mas eles nunca tinha me contando de como foi triste e sofrida a historia daquela mulher. Eu me revolto de ver a forma de como ela era tratada pelo seu então marido Herivelton. Ele não a respeitava como esposa, mãe e muito menos como mulher. Fazia questão de deixa-la sempre se sentindo inferior a ele.
Fico estarrecida em ver essas cenas, pois como uma melher de vanguarda que sou, não me coformo em ver uma mulher sendo tratada como um objeto e o pior, permitir-se ser tratada como tal. Mas não se deve ficar perplexa com a realidade conjugal "submissa" em que Dalva de Oliveira vivia nas décadas de 60 e 70. Muitas de nós mulheres ainda vivemos sob as rédias de nossos homens, sendo eles nossos pais, maridos, filhos, namorados, em pleno século XXI.
Temos que nos conscientizar de que a grande Estrela somos nós, ainda não tomamos esta consciencia de que Eles dependem de nós para tudo.
Sejamos autônomas e tenhamos a coragarem de dizer NÃO nos momentos corretos!
Tinha ouvido algumas músicas de Dalva de Oliveira, pois meus pais sempre gostaram de Música de Qualidade e claro não podia faltar Ela.
Mas eles nunca tinha me contando de como foi triste e sofrida a historia daquela mulher. Eu me revolto de ver a forma de como ela era tratada pelo seu então marido Herivelton. Ele não a respeitava como esposa, mãe e muito menos como mulher. Fazia questão de deixa-la sempre se sentindo inferior a ele.
Fico estarrecida em ver essas cenas, pois como uma melher de vanguarda que sou, não me coformo em ver uma mulher sendo tratada como um objeto e o pior, permitir-se ser tratada como tal. Mas não se deve ficar perplexa com a realidade conjugal "submissa" em que Dalva de Oliveira vivia nas décadas de 60 e 70. Muitas de nós mulheres ainda vivemos sob as rédias de nossos homens, sendo eles nossos pais, maridos, filhos, namorados, em pleno século XXI.
Temos que nos conscientizar de que a grande Estrela somos nós, ainda não tomamos esta consciencia de que Eles dependem de nós para tudo.
Sejamos autônomas e tenhamos a coragarem de dizer NÃO nos momentos corretos!
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